Em março de 2026, compartilhamos dois estudos do livro “Um caminho entre duas datas (1871-1971)”: O título “Filhas de Jesus” interpretado a partir da Bíblia, de Manuel Iglesias S.J., e “Cristocentrismo”, de Jesús Montero Tirado S.J. Os dois exploravam, a partir das Escrituras e da teologia espiritual, o que significa colocar Cristo no centro da nossa vida como Filhas de Jesus. Hoje trazemos um terceiro texto desse mesmo livro: aquele que aprofunda essa jornada a partir da experiência da própria Madre Fundadora.
Desta vez, vamos relembrar o texto “O significado espiritual do nome ‘Filhas de Jesus’ na Madre Fundadora”, escrito por Mª Isabel G. Garcimartin, F.I.
O significado espiritual do nome “Filhas de Jesus” na Mãe Fundadora
Por que “Filhas de Jesus”? Isso fala da nossa identidade e, além disso, é um chamado para sermos isso de verdade; é um programa de vida. Por que “Filhas de Jesus”? Essa é a pergunta central que permeia o estudo da irmã Mª Isabel G. Garcimartin, e a resposta que ela vai revelando por meio dos escritos e testemunhos da Madre Cândida continua sendo, até hoje, de uma profundidade surpreendente.
O texto nos leva a conhecer a história do nome — sua origem em uma graça recebida na igreja do Rosarillo, em Valladolid, as resistências que encontrou até mesmo entre os cardeais da Cúria Romana e o “sim” definitivo do Papa Leão XIII — para mostrar que esse nome nunca foi uma fórmula vazia. Para a Madre Cândida, chamar-se Filha de Jesus significava uma relação concreta e exigente com a pessoa de Cristo: segui-lo em sua encarnação, em sua paixão e ressurreição, recebê-lo na Eucaristia, amar com o amor dele. O estudo percorre os mistérios da vida de Jesus tal como foram vividos pela Fundadora e mostra com que simplicidade e radicalidade ela transmitiu esse espírito às suas filhas: “Vamos amar muito a Jesus e ser verdadeiras Filhas de Jesus”.
Ler esse documento é voltar a se perguntar, lá no fundo, o que significa hoje ter esse nome. E se deixar surpreender de novo pela riqueza do que recebemos.
Agradecemos à irmã Mari Carmen Escalante Barquero, fi, pelo trabalho de digitalização deste documento.



